A história dos videojogos está cheia de nomes que marcaram gerações. Jogos que não se limitaram a entreter, mas que nos tocaram por dentro, que nos fizeram sentir algo diferente, que nos fizeram sentir vivos quando nos desligámos do mundo à nossa volta. Foram experiências que nos acompanharam em diferentes fases da nossa vida, que criaram memórias, conversas, silêncios e até momentos de introspeção sobre quem éramos naquele momento. Mais do que produtos, foram mundos onde passámos tempo, criámos ligações e guardámos sentimentos.



